Família Seno > história da família

Site criado em 01/12/2012
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Plano: Pacote Gratuito - Validade indeterminada
Fundador: Pedro Henrique Ruiz Seno
Casal raíz: Santo Seno (1875) e Antonia Brianez Seno (1875)
Local de referência: Olímpia - São Paulo - Brasil

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Santo Seno e Antonia Brianez Seno. Ele, da província de Rovigo. Ela, da província de Padova. Tão próximos na Itália, vieram a se encontrar na América, no Brasil, onde se casaram. Era o final da década de 1880, quando as duas famílias de agricultores, Seno e Brianez, sofriam as consequências da crise econômica que atingia a Itália, além dos efeitos inesperados de uma enchente na planície do Rio Pó que havia devastado terras e propriedades. Assim, essas duas famílias com a tristeza de deixarem a pátria, ergueram uma ponte de esperança entre o Velho e o Novo Mundo e abraçaram o sonho de fazer a América! Emigraram! No Brasil, as famílias passaram a viver como colonos em fazendas, mudando algumas vezes de cidade pelo interior de São Paulo, na luta pela sobrevivência e na busca de melhores condições para sustentar os numerosos membros. A caminhada trilhada pelos Brianez é menos conhecida. Do lado dos Seno, sabe-se que a matriarca Luiza Marabezzi Seno foi o grande pilar de sustentação. Apenas depois de dois meses do desembarque no Brasil, em outubro 1888, ela havia ficado viúva de Giuseppe Seno. Já contavam então com seis filhos, todos ainda muito jovens. Mas em virtude da perseverança de Luiza a família seguiu adiante, passou por Campinas, Taiúva e chegou a Olímpia, em 1912, onde pôde finalmente comprar suas próprias terras. A esta altura todas aquelas crianças já haviam se tornado adultos e constituído as próprias famílias, dando origem a uma nova geração de brasileiros de sangue italiano. Entre essas novas famílias estava a de Santo Seno e Antonia Brianez, que haviam se conhecido e casado na cidade de Taiúva. E agora, em sua Fazenda Fortaleza, em Olímpia, finalmente estabeleciam o seu porto seguro. Legado transmitido aos filhos. Graças ao trabalho nas próprias terras, uma década mais tarde puderam deixar o campo e mudar-se para a cidade. A casa deles era uma porta sempre aberta nos altos da rua Jorge Tibiriçá (David de Oliveira). A morada segue de pé, bem próxima da escola estadual hoje nomeada em homenagem a Santo Seno. Santo Seno destacou-se pela participação na vida econômica, cultural, social e religiosa da cidade. Ele e Antonia tiveram 12 filhos, dos quais dois faleceram logo após o nascimento. Seus descendentes, filhos, netos e bisnetos destacam-se hoje não somente em Olímpia, mas em outras tantas cidades do estado e do país, exercendo papéis de cidadãos participantes nas vidas das comunidades onde vivem. Diversos desses descendentes podem já não mais carregar o sobrenome Seno, mas agregados a outros sobrenomes são igualmente parte de uma raiz comum e levam adiante as histórias e ensinamentos herdados. Na festa que celebrou os 100 anos do início dessa história em Olímpia, foram reunidos os ramos da árvore plantada por Santo e Antônia, hoje representados pelas famílias de: Amábeli Seno Pansieri, casada com Carlos Pansieri (12 filhos); Maria Seno Galletti, casada com Atílio Galletti (12 filhos); Luiza Seno Oliveira, casada com David de Oliveira (seis filhos); Julia (Dena) Seno Tozzo, casada com Dante Tozzo (sete filhos); Lydia Seno Tonanni, casada com Humberto Tonanni (quatro filhos); Armando Seno, casado com Constantina Bozelli Seno (cinco filhos); Philadelpho (Deto) Seno, casado com Ignes Tosca Seno (três filhos); Amélia Seno Maziteli, casada com Celso Maziteli (quatro filhos); Adalgiza (Dina) Seno Nunes, casada com Odilon Nunes (quatro filhos); José Carlos Seno, casado com Edmée de Souza Pereira Seno (três filhos). Recuperando e reafirmando os laços de sangue e de carinho, a história dos Seno não se acaba... Novos membros vão continuar escrevendo-a, sabedores de seu passado. Que os 100 anos de presença e amor desses ítalo-brasileiros em Olímpia se repitam e se multipliquem por mais um século.